sábado, 7 de maio de 2016

Análise Quinzenal – Saint Seiya: Episódio G Assassin #55

Santo Rei
Fala pessoal; Paulo Ikari de volta com mais uma análise. Dessa vez é uma análise quinzenal (que pelo menos nessa primeira semana, será semanal por motivos de: 1º esse capítulo só achei traduzido ontem; 2º dia 10 de Maio está previsto de sair o próximo) e sobre um dos spin-offs da franquia Saint Seiya (Ou Cavaleiros do Zodíaco para os mais chegados). A análise de hoje é sobre a saga Assassin do Episódio G. Saga essa que segue a todo vapor e é superdivertida.
Então peguem suas Coca-Cola e se sentem, a análise dessa quinzena está começando.

Capítulo 55 – Santo Rei 

Antes de começar a comentar o capítulo em si, quero apenas situar quem nunca teve contato com nada que envolve essa saga. O episódio G – Assassin é a continuação do Episódio G que o Okada também escreveu (o Episódio G narra a luta dos cavaleiros de ouro contra Chronos e seus 12 titãs e foi publicado aqui no BR pela Conrad, faltando apenas o volume 0); a história se passa nos dias atuais e o foco são o Shura e o Aioria que estão nesse tempo para assassinar uma pessoa.
Com o passar dos capítulos vemos que o samba do criolo doido fica armado, pois descobrimos que toda essa loucura pode ter haver com Chronos mexendo no tempo, os cavaleiros de bronze já aparecerem, faltando só o Ikki e os cavaleiros de ouro antigos, aos poucos, estão aparecendo. Logo, aos poucos essa história está tendo mais pontas soltas do que amarradas, porém o foco ainda é no dito assassinato (em especial agora que já sabemos quem é o “traidor” que deve ser morto) e na batalha contra os gladiadores (grupo de guerreiros que portam espadas sagradas, prometo que farei um review mais completo sobre a obra). Ciente disso vamos ao capítulo.
O capítulo começa com, agora nosso cavaleiro de virgem, Shun se lembrando de quando Afrodite lhe revelou que havia matado seu mestre a mando do Santuário, enquanto Yoshino apenas consegue admirar a beleza do cavaleiro de peixes que, após pedir para Yoshino prender a respiração e para o Shun protege-la, cria o caminho de rosas com as “Rosas Diabólicas Reais”. O gladiador ataca, e tem seu ataque repelido pela rosa negra. Após isso Afrodite o ataca com sua técnica “Rosa Sangrenta” e encerra essa luta.
Nesse ponto cabe a menção que o Okada utiliza melhor o Afrodite do que o Kurumada usou em toda série, pois esse é o segundo confronto no qual vejo que ele é um gold foda pacas. É a segunda vez que fico impressionado com a força dele. E aqui que entra um ponto que faz eu gostar de ambos spin-offs que o Okada escreve, pois ele sabe tornar todos os personagens relevantes, nesse capítulo ele prova bem isso quando mostra o Afrodite derrotando um guerreiro que, certamente, daria trabalho para o Shun (e digo isso com base que todos os gladiadores já deram um certo trabalho). Outro ponto interessante é o Afrodite, após a luta reconhecer que o Shun é um cavaleiro forte, assim como dizendo que a motivação é o que pode definir o vencedor de uma batalha (ou mais ou menos isso); isso também ajuda a provar o amadurecimento dele como personagem. Claro que, isso é para mim, mas tendo em vista que ele sabia quem era o grande mestre na série clássica, há provas suficientes que, apesar do pensamento ainda ser o mesmo, houve amadurecimento.
Mudando o foco, após esse término de luta, somos transportados para o começo do combate do Shura com um dos gladiadores. Esse gladiador aparenta ser extremamente forte, mais forte até do que o Lancelot (que era um gladiador, mas depois descobrimos que ele é o Cavaleiro de Câncer “atual”). Após um rápido diálogo entre ambos, descobrimos que o guerreiro em questão se chama ChakraVartin e quando vamos partir para luta...
Muda a cena e vemos Shaka (ex-saint de Virgem) conversando com o Chaos Grande mestre (que é o Aiolos, sim estou te dando spoiler). Essa conversa se resume, basicamente, no Aiolos desdenhando que o Shura possa vencer e pergunta o que aquilo significa para Shaka; este explica que esse é um termo utilizado para “Rei ideal supremo” e confirma que se aquele homem se batizou assim é porquê possui muita força mesmo, porém diz que se o Cavaleiro de Capricórnio derrotou aquele que era o mais forte (Aiolos), ele também é capaz de derrotar aquele guerreiro.
Sim, o capítulo termina aí e deixa aquela brecha linda para o próximo, mas vale menção (também), que o Shaka aparece nesse capítulo dando uma noção que está em um patamar bem acima do que conhecíamos dele. Mas admito que estou curioso para ver se o Okada colocará nosso querido Cavaleiro mais próximo de deus em combate.

Também convém dizer que a história ainda segue maluca, mas aos poucos está tomando forma, em especial agora que temos os cavaleiros de ouro da série clássica reaparecendo. Agora é esperar o próximo capítulo e ver o que Okada-sensei tem para nós.
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