domingo, 29 de maio de 2016

Análise quinzenal: Saint Seiya – Episódio G Assassin #56

Tormenta

Yo minna! Depois de mais de quinze dias, eis que voltamos com a análise do mais novo capítulo de Saint Seiya – Episódio G Assassin. Antes de qualquer coisa, quero deixar um aviso maroto: os capítulos geralmente saem entre quinzenas, mas aí depende muito do Okada (até porque, eu costumo ler a previsão de lançamento dos capítulos pelo CavZodiaco); até pelo fato da obra ser 100% a cores e tudo mais.
Enquanto não tenho 100% de certeza, a coluna prossegue como quinzenal, até porque, dentro do mês tivemos dois capítulos, mas em caso de mudança comunicarei. Vale a menção também que o novo volume da série chega às lojas japonesas mês que vem e ainda nada da obra aqui, o que é uma pena.
Enfim, sem mais delongas... vamos aos comentários do capítulo, porque ele está interessante.

Capítulo 56 – Tormenta

Antes de começar quero apenas ressaltar que o foco desse mangá, quer você goste ou não, é o Shura. Por isso é perfeitamente compreensivo ele ganhar mais destaque, tendo até 90% de um capítulo só para vermos ele se fodendo. Tendo isso em mente, vamos prosseguir.
O capítulo começa dando enfoque no treino do Aiolia com ajuda do Milo (sim, o Milo aparece no capítulo 53, porém não cheguei a comentar esse capítulo) e, logo de cara, fica claro a relutância do cavaleiro de escorpião em levar aquilo adiante, até por saber que o cavaleiro de Leão quer realmente sentir a dor da “agulha escarlate” para conseguir elevar seu poder ao nível equivalente do seu irmão (que é o antagonista da história). Dizer que esse treino pode não render nada, seria subestimar a capacidade de roteiro do Okada, porque fica claro que no final das contas ele dará o up necessário para o Aiolia enfrentar seu irmão, mesmo não sendo função dele derrotar o Aiolos.
Mas ainda sim, gostei de como o Milo foi inserido, até pela rivalidade que ambos demonstram ter desde o episódio G (na série clássica eles têm um arranca rabo, que rendeu a pérola dublada da “Shina, a mulher cavaleiro”, mas o foco aqui é os plots do Okada-sensei); e isso pode render mais do que um treino para upar a força do Aiolia. E sei que desse confronto saíra algo legal, mas teremos que esperar para ver, até porque ele apenas começou a desenvolver isso, deixando nossa curiosidade atiçada após o disparo da primeira agulha.
Mudando o foco, voltamos a acompanhar a luta do Shura com o ChakraVartin. E falar que a luta, para o Shura, tá complicada é eufemismo, pois o cara está diante de um guerreiro que é muito mais do que um simples gladiador e ainda tem um nome que é usado apenas para representar o “Rei Ideal supremo”; logo o combate, nem de longe, tem boas surpresas para ele.
O cavaleiro de capricórnio consegue repelir todos os golpes que seu adversário lança contra ele e, por tabela, nota que o ataque de Chakra é lento demais, o que lhe dá uma brecha para se aproveitar disso e investir contra ele. É interessante notar a maestria que o Okada deixa evidente a capacidade de análise do Shura; sendo até franco, é algo que ele trabalha bem e isso já ficou claro no embate dele contra o Créos (no episódio G normal), onde ele analisa (ou aparenta fazê-lo) o método de combate do oponente.
Voltando ao combate (ou, ao foco), ao achar essa brecha, o cavaleiro parte para o ataque em um confronto direto entre espadas com o gladiador, gerando um confronto de espadas. Após esse rápido confronto, Shura nota que ele quem acabou ferido, tendo seu braço quebrado devido ao embate. Nesse momento ChakraVartin explica que sua espada se chama Aparajita e que nenhuma espada pode fazer frente a ela, sendo destroçadas diante da tormenta dela.
Diante dessa revelação, só posso dizer que o capítulo termina de um jeito bem interessante e que abre expectativas para como veremos o Shura ganhar, isso se ganhar. Em especial, tendo em vista que ainda há personagens para aparecer; quem sabe não seja esse o momento em que vejamos o Ikki trajando a armadura de leão? Mas também há possibilidade de termos um plot twist e o Shura vencer, mas isso nós saberemos no decorrer dos próximos capítulos. No mais fica, aos poucos, cada vez mais claro que essa saga ainda não encontrou um foco 100% claro, mas está se achando.
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