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sábado, 28 de maio de 2016

Review: Saint Seiya – O Santo Guerreiro

A Primeira aventura além da TV dos Santos de Atena

No mundo existe aquela velha tese da conhecida regra dos 15 anos. Todos que conhecem essa regra juram que ela é universal e verdadeira; sendo bem honesto: quem criou essa regra deve ter assistido algum dos especiais de CDZ ou de algum outro anime dos anos 80.
Em todo caso, dando seguimento ao especial de reviews em comemoração aos 30 anos da série de Masami Kurumada. Hoje vamos falar sobre o primeiro OVA da série (e o mais fraco, na minha opinião); hoje é dia de falar sobre Saint Seiya – O Santo Guerreiro.

História (by Wikipédia):

A deusa da discórdia, Éris, que ama o caos e a discórdia, foi aprisionada no passado dentro da Maçã de Ouro (É de onde vem o termo pomo da discórdia) que acaba caindo na Terra guiada pelo cometa Leparus. Ergue seu santuário e ressurge na época atual com o propósito de tramar contra a vida de Saori Kido, que é a reencarnação da deusa Atena. Éris reencarna temporariamente no corpo da jovem Eiri e sequestra Saori Kido com o objetivo de sugar todo seu cosmo. Para isso, coloca a maçã dourada no peito de Saori e começa a retirar a energia vital de Atena. Para evitar isso os cinco Cavaleiros de Atena levantam-se contra os cinco Cavaleiros Fantasmas, antigos cavaleiros de Atena, ressuscitados por Éris. Os cavaleiros de Atena têm até o pôr do sol para salvá-la e por fim às ambições da deusa do mal, que pretende ressuscitar se por completo e trazer a vida todos os guerreiros mortos no passado e condenados por Atena por cometerem atos diabólicos. Se Éris ressuscitar por completo este mundo estará perdido! Só os cavaleiros da esperança podem por fim a seus intentos malignos!

Considerações Técnicas (ou quase isso)

Os Cavaleiros do Zodíaco – O Santo Guerreiro, ou Saint Seiya Jashin Eris, foi o primeiro OVA da série, sendo lançado em 18 de Julho de 1987 diretamente para o mercado home vídeo. No Brasil esse especial saiu em VHS no ano de 1994 e em DVD no longínquo 2008 (aproximadamente). Além das versões em home video, o especial também foi publicado por aqui pela coleção anime classic da Conrad (a coleção nada mais é do que os filmes em versão mangá a cores).
Assina o roteiro Yoshiyuki Suga, que soube fazer uma história bacana, porém com umas peculiaridades bem interessantes (dois cavaleiros fantasmas com constelação semelhante a cavaleiros de cânone); o character design ficou a cargo do, já conhecido, Shingo Araki e a trilha sonora é de responsabilidade de Seiji Yokoyama. Essa soundtrack faz parte o CD “TV Original Soundtrack II”.
Como foi dito no primeiro parágrafo, o filme veio para solo brasileiro em 1994, pela primeira vez, e teve dublagem a cargo da Gota Mágica. Já no ano de 2008 houve redublagem que ficou a cargo do estúdio Dubrasil. Vou deixar avisado, de antemão, que vi a versão da primeira dublagem; o que não tira em nada o interesse que possa haver na história, mas recomendo a versão com nova dublagem para quem não viu o filme ainda (será que existe alguém nessa situação? Fica o questionamento).

Sobre o filme


Creio que aqui eu possa começar de vários modos possíveis, mas irei iniciar de um jeito mais ameno, pois o que melhor descreve a experiência de rever esse filme depois de “velho” seria falta de expectativas, pois é isso que senti. Não que seja uma animação ruim; ela é apenas ok. É aquele anime para se ver com seu sobrinho, primo pequeno, ou com alguém que nunca tenha assistido o anime.
Esse é um daqueles especiais com começo, meio e fim definido. Logo, não espere roteiro profundo, lutas demoradas ou desenvolvimentos longos demais. Tudo foi pensado para ser rápido, funcionar dentro daquele curto período de 45 minutos; e funciona, muito bem por sinal, pois temos uma vilã que, mesmo com plano clichê (coisa que todos esses especiais tem em comum), tem seu carisma e tem seu contexto na mitologia (o que não diz nada, mas tinha que encaixar). Ok que não é aqueeeeeeeele carisma, mas te deixa pelo menos interessado, em especial quando vemos que os vassalos dela são antigos servos de Atena, e aqui é onde mora um pequeno bug mind, porque temos dois cavaleiros fantasmas que aparecem depois, sendo um apenas a constelação e outro aparece com nome e constelação. O que chega a ser engraçado, em especial quando se tem em mente que essa animação saiu no período que o anime entrava na batalha das doze casas (parênteses aqui para dizer que apesar de não ser confirmado, cronologicamente os dois primeiros especiais se encaixam após a batalha do Seiya contra o Aiolia no hospital). Mas dos capangas da Éris, o único com tempo bacana de tela é o Jaga, cavaleiro de Orion; que cumpre seu papel como adversário final, como rival que impulsiona os limites.
Vale menção, também, que o filme usa bem a explicação básica sobre o cosmo; o que ajuda quem é leigo e nunca teve contato com a série (não é aquela ajuda que vai te fazer entender melhor o que é essa força, mas serve para algo). No mais também cabe menção do “plot romântico” que esse filme tem, com o Hyoga e a Eiri. É um plot claro para justificar todo desenrolar da trama, mas tem seu valor.

Considerações Finais

Depois de tudo que foi dito nesse review, posso dizer que esse é um filme para assistir apenas uma vez, pois depois disso perde-se a magia. Não que ele fique fraco ou algo assim, mas o roteiro fica manjado demais, e até mais simples do que ele é.

O filme em si não é nenhum primor ou algo que você veja como prioridade, porém é um bom entretenimento para um fim de semana chuvoso com a criançada. 
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