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sábado, 4 de junho de 2016

Review: Saint Seiya - A grande batalha dos deuses

A primeira batalha contra os guerreiros de Odin

Yo galerinha, depois de uma semana, cá estou eu para prosseguir com nossos reviews semanais sobre os filmes de Saint Seiya. Já passamos pelos dois mais recente, pelo primeiro e hoje é dia de falarmos sobre um filme que é meio “bugado”, digamos assim.
Hoje é dia de falarmos sobre o segundo filme da franquia mais querida e mais odiada pela galera. Hora de falarmos sobre “Os Cavaleiros do Zodíaco – A Grande Batalha dos Deuses”.
Peguem suas pipocas, coloquem a trilha sonora do filme vamos para o review maroto sobre esse filme.

Sinopse (via Wikipédia):

O filme começa com Hyoga salvando um soldado de Odin, mas este morre dizendo que a batalha dos deuses iria começar. O cavaleiro de cisne desaparece e, então, os outros Cavaleiros de Bronze vão para Asgard tentar descobrir o seu paradeiro, porém Saori Kido é sequestrada pelo representante de Odin, Durval. Assim começa uma batalha contra os Guerreiros de Asgard.

Considerações técnicas:

Os Cavaleiros do Zodíaco – A Grande batalha dos deuses, ou Saint Seiya: Kamigami no Atsuki Tatakai, é o segundo filme da saga de Seiya e seus amigos e foi lançado em 12 de março de 1988, possuindo 45 minutos de duração.
O filme teve direção de Shigeyasu Yamauchi e roteiro de Takao Koyama. O diretor já havia trabalhado na série animada em alguns episódios, porém este foi o primeiro filme que ele dirigia da série. Já o character design permanece Shingo Araki, tal qual o compositor musical permanece Seiji Yokoyama A trilha sonora desse filme é a OST IV, e muito das composições desse filme foram reutilizadas na vindoura saga de Asgard
Esse filme foi lançado no Brasil em 1994 em VHS, tendo dublagem da Gota mágica; convém a menção que ele também já foi relançado com a dublagem da Dubrasil, junto aos outros filmes, em 2008. Como eu disse no primeiro, cabe salientar aqui, novamente; eu vi a versão da gota mágica para esse review, logo não entrarei em detalhes sobre troca de dubladores (que ocorreu nesse caso). Ainda deixo aqui a recomendação que caso você ainda não tenha assistido esse filme que o veja com a segunda dublagem. Se você tiver aparelho de Blu-ray, fica a dica que logo a Playarte irá relançar os filmes nessa qualidade (fazendo jabá de graça). Vale menção, também, que a obra foi lançada em versão "mangá", pela coleção anime classic da Editora Conrad (sim, como dito anteriormente, todas saíram por essa coleção, mas é sempre bom frisar).

Sobre o filme:

Engraçado. Essa é a definição que dou para esse filme. Ok, é possível eu colocar como bugado, desenhado de qualquer jeito e até dizer que ele é o que mais se encaixa naquele período cronológico que eu citei no post anterior (caso não tenha lido, clica aqui e leia), mas acredito que engraçado defina melhor. Até pela arte que tem momentos meio estranhos, como um Durval que aparece super desenhado nas coxas. Acredito que o Araki e sua equipe não estavam inspirados no desenho desse filme. Fora engraçado, diria que esse filme é mais rápido em toda execução do mesmo, até para apresentar o reino de Asgard e os guerreiros deuses. Tudo aqui tem seu momento e seu tempo de tela de modo “aceitável”, tendo como única ressalva o Hyoga entre os guerreiros deuses desse especial.
Aliás, esse ponto do Hyoga virar vilão nesse filme rende uma das lutas mais cretinas de toda história de CDZ, que é a luta dele com o Shiryu. Essa luta é tão cretina (para não usar expressão mais ofensiva) que não acrescenta em nada ao filme, até a motivação do Hyoga para virar um guerreiro deus não acrescenta em nada. Ok, sei que é um filme e não é cronológico, mas foi algo bem nhé, bem corta clima, foi mais para justificar fanservice e dar um “destaque” para o Hyoga, uma vez que tanto esse filme, como a própria saga de Asgard tem um pé no oneshot “Natássia na terra do gelo”, que narra a história do Hyoga contra os guerreiros azuis (falarei sobre essa oneshot em outro momento).
Bem, não vou entrar no âmbito dos outros guerreiros deuses desse filme, pois com exceção do Hyoga e do Durval, nenhum dele tem um feito significativo; de menção vale, apenas, o fato que Kurumada desenhou o visual do Loki e que o Frey e a Freya foram baseados no Alexiei e na Natássia. De resto, vale apenas comentar que as lutas são bem broxantes, a única que vale realmente o tempo que tem é a contra o Durval, mas ainda assim não é aquela luta marcante.
Como dito no começo, a trilha sonora desse filme é a de número 4 e, de modo geral, é bem encaixada na proposta do filme. É bem composta e não é deslocada, como toda trilha de Saint Seiya. Essas músicas foram reutilizadas na saga de Asgard em animê.
Cabe um parêntese que, em determinado momento, o Seiya menciona que a velocidade dos golpes do Durval supera a velocidade dos golpes dos cavaleiros de ouro, deixando claro o período cronológico que se encaixa esse filme.

Considerações finais

Se você chegou até minhas considerações finais, sem me xingar, se considere um campeão, mas vamos ao que interessa, vamos responder à pergunta que não quer calar... afinal, esse filme vale a pena?
Se você tiver muito tempo livre, vale. Do contrário, assista o filme que resenhei anteriormente, pois, mesmo datado (como este, aliás) ele é mais interessante. Esse aqui vale pela ambientação diferente e pelas risadas que irá te render, porque de resto, pode esquecer e ir até assistir outra coisa. No mais, esse é um filme que vale para quem é saudosista e tem a memória afetiva muito forte, caso contrário a decepção aqui será tão forte quanto o “escudo invencível de Odin”.
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