quinta-feira, 7 de julho de 2016

Análise semanal - Bleach #681

The end two world




Fala galerinha! E cá estou para mais uma semana de análise.
Espero que todos estejam bem e ansiosos com a análise dessa semana (ou não, vai que você lê essa análise para ver as lorotas que eu falo nesse começo). Cabe aquele desclaimer maroto aqui no começo, pois, segundo informações do próprio volume 73, Bleach se encerra na edição 74 do mangá e isso deve deixar o mangá a uns 6 capítulos de acabar (5, se contarmos o dessa semana). Por isso é difícil dizer isso (mentira), mas logo mais iremos nos despedir desse mangá.
Foram 15 anos que o Kubo escreveu e nós acompanhamos por, pelo menos, 8 anos. Talvez até deixe uma saudade quando se for, porém ainda temos lenha para queimar até lá. Por isso vamos a análise e que Deus nos ajude.

Capítulo 681 – The end two world

A contagem regressiva para o final começou, e teve estilo nesse início. Não que tenha sido algo bom, porém se salvou por alguns fatores que irei listando durante essa análise; mas temos que bater palmas para o Kubo, que a cada semana se supera mais em algum tópico. Nessa semana foi em trazer à tona personagens já esquecidos.
Enfim, vamos ao capítulo sem enrolação, porque hoje tio Ikari tá com a macaca ~
O capítulo tem as primeiras páginas focada no desenrolar dos últimos acontecimentos, mais precisamente da chegada do Renji e da Rukia no exato momento que o Yhwach estava partindo para seu mundo paralelo (ou algo assim... juro que ainda não entendi o que diabos é aquele mundo que ele criou); e devo dizer, desde já, que o Renji é um idiota, pois ele ouve o cara falar que destruíra qualquer futuro que eles tentem criar e, ainda sim, parte para o ataque. Como consequência, tem a Zabimaru quebrada (o mais engraçado é ver que ele fica com uma cara de paisagem quando isso ocorre).
Após esse início temos algumas páginas focadas no desfecho da batalha Jugram vs Ishida. Como todos sabemos, a luta acaba quando o Yhwach suga os poderes do seu braço direito e do Gerard, ficando assim full power, mas por algum motivo, que só Deus sabe, ele deixou o Ishida com seu poder Quincy (nem vou mencionar o Ryuken para não passar raiva) e, só por isso já digo que ficou meio forçado, a princípio. Claro que, se o Kubo tiver alguma ideia que aproveite a “Antítese” do Ishida, ajudará muito; do contrário... é algo inútil tê-lo deixado com poder quincy, afinal o cara sugar o poder de todos menos da família Ishida é mamata demais.
Enfim, as páginas se seguem com um diálogo simplista, porém bonito do Jugram explicando que não sente traído e sim honrado por morrer servindo ao seu mestre; depois disso ele pede para que o Ishida transfira seus ferimentos para ele, pois se ele irá lutar que seja em plenas condições. E, sinceramente, esse foi um momento bacana, em especial por tratar bastante da questão do arrependimento ou da falta dele, o que convenhamos o Jugram não carrega, até por ter sido acolhido em um momento que estava perdido, sem entender seus poderes quincy e foi, de certa forma, graças ao Yhwach que ele cresceu e se tornou a força que é hoje. Esse é o motivo dele não carregar arrependimentos e esse é o motivo dele respeitar o Ishida como pessoa e decidir “ajuda-lo”, pois a balança pesou e se igualou nessa ideia do Uryu ajudar seus amigos (ou algo próximo a isso).
Agora vem o ponto que repetirei o que disse no começo desse texto, pois Kubo Tite é mestre em tornar vilões superpoderosos inexplicavelmente e em trazer de volta personagens esquecidos. Nesse final de capítulo ele faz isso e, pela primeira vez, não soa forçado, pois trazer o Tsukishima e o Ginjou de volta nessa altura do campeonato apenas fortalece ao Team Ichigo, sem contar que, pela primeira vez, a Inoue foi realmente útil a causa (ok, admito que eu a acho TOTALMENTE INÚTIL e descartável). No final do capítulo temos um Ichigo que recuperou a esperança de lutar.
Antes de encerrar, apenas algumas considerações: primeiramente, devo dizer que esse final tem tudo para ser bem apressado. Não dizendo isso como hater, mas do jeito que o Kubo estava levando, achei que demoraria mais do que míseros (prováveis) 6 capítulos, mas parece que chegou ao fim a enrolação e agora teremos, de fato um final “decente”. Segundo, sério mesmo que o Kubo vai mandar o moranguinho para batalha final sem mostrar o pai dele indo vê-lo? Sacanagem isso.

Em todo caso, agora é esperar a contagem regressiva se seguir e vermos como seremos guiados para esse fechar de cortinas.
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