quinta-feira, 14 de julho de 2016

Análise semanal - Bleach #682

The Two Sided world end
Fala pessoal! E mais uma quinta chegou e a análise semanal que vem de brinde com ela; se bem que essa análise está com as semanas contadas (?). Estamos cada vez mais próximos do final de Bleach e com isso, cada vez mais próximos do momento de nos despedirmos dessa análise.
Mas enquanto não chega esse momento vamos curtir as análises que estão por vir e vamos começar a dessa semana. Se acomodem e let’s go!

Capítulo 682 – The two sided world end

Eu sempre costumo reclamar do ritmo dos capítulos. Sempre reclamo que o Kubo tem dois ritmos: ou fala muito em poucas páginas, ou não fala nada nesse mesmo número de páginas. É o jeito dele, ok; porém já cheguei ao limite muitas vezes com ele ao longo desse tempo que leio Bleach, mas nesse capítulo (que é começo do fim, de fato) ele mostra uma maestria de condução na narrativa que, até então, eu não tinha visto.
O ritmo do capítulo começa até animador, com o Yhwach chegando a Soul Society e encontrando com o Aizen, e então rola um curto diálogo deles. Destaque, válido, para o Aizen dizendo que aquela é SUA Soul Society (que, particularmente, acho justo. Ele tem que colocar o pau na mesa e falar que manda naquela porra!) e deixando nosso final boss extremamente empolgado.
Depois disso o foco muda para o Ishida e, enfim, descobrimos o que o Ishin e o Ryuken foram fazer no Reiou. O Ishida pai entrega uma ponta de flecha e explica a funcionalidade daquilo (sério, não vou explicar aqui isso) dizendo que, é o Ishida quem deve atira-la e dar um fim naquela batalha. Sendo bem honesto, creio que no fim isso será um trabalho conjunto dele e do Moranguinho; e por falar no Moranguinho o próximo momento é dele e do Renji correndo rumo a Sociedade das Almas (dá preguiça ficar só falando Soul Society, sério). Durante essa corrida o Ichigo está cambaleante e nosso amiguinho de cabelos vermelhos se prontifica a ajuda-lo, nisso nosso protagonista questiona o porquê do Renji não ter ficado com a Inoue e com a Rukia, tendo em vista seus ferimentos e como respostas recebe um monte de socos, seguido por um momento sentimental do Renji explicando que foi graças ao Ichigo que ele e a Rukia voltaram a ter aquela antiga amizade próximos e, devido a isso, o Renji prometeu a si mesmo que ajudaria o Ichigo sempre. Depois disso ambos continuam a correr.
Aí voltamos ao núcleo Soul Society com o Aizen sem libertado de sua cadeirinha, o Ichigo aparecendo e, de novo, tendo sua bankai quebrada (dessa vez parece que só rachou) e após isso o Yhwach dizendo que a sorte do Ichigo o irritava. E finish.
Ok, agora vou comentar porque esse capítulo teve um ritmo mais centrado no final. Eu já havia comentado várias vezes (cerca de 10 semanas desde que voltei com as análises... eu fazia elas no meu antigo blog, mas isso era na época dos capítulos na casa dos 360) que a série estava no final, porém o Kubo estava de glicose anal e apenas estava empurrando a história. Pois bem, agora isso se mostrou verdade e ele está devidamente focado em acabar a história, o desdobramento desse capítulo deixou bem claro isso e, também, deixou claro que o ritmo vai ser aquele ritmo que só Bleach tem.
Logo, se você acha que o final vai ser corrido, pode tirar seu cavalo da chuva, ele será algo no ritmo normal, até porque se fosse corrido já teríamos visto esse final lá pelo começo do 600, porque tem MUITAS COISAS IRRELEVANTES nesse arco que só serviu para encher linguiça mesmo.
Em todo caso cabe, também, a menção que nesse capítulo enfim tivemos o retorno do Aizen, com toda sua pompa. Assim como finalmente o Ishin e o Ryuken apareceram e mostraram (pouco) a que vieram. Agora é apenas seguir adiante e vermos como as cortinas desse arco irá se encerrar, ainda aposto na bankai do Aizen aparecendo, mas veremos se isso será possível.
Pelo sim e pelo não, Bleach chegou a seus últimos suspiros e, dado as ocorrências desse capítulo, será um final bom para os padrões da série.

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