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segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Análise Mensal - Boruto #03 e #04

E os eventos do filme se seguem
Sabe aquela análise que todos pensam que você esqueceu da existência? Então, creio que essa seja uma das que vocês tiveram essa sensação. Mas, apenas quero informar que NÃO; eu não esqueci dessa análise e nem das que atrasaram, cada uma possuí um motivo para AINDA não ter saído, mas tudo ao seu tempo.
Enfim galerinha, antes de irmos para nossa double análise quero apenas evidenciar que, finalmente, saiu o primeiro tanko de Boruto mangá; assim como saiu o BD do filme do Boruto, mas ambos materiais não sairão tão cedo aqui no BR; em compensação a Panini lançara, em outubro, o Gaiden do Naruto. Aquele especial maroto da Sarada conhecendo o Sasuke pessoalmente, recomendo a compra para quem curte nosso ninja gari.
E sem mais delongas, vamos à análise que pode ficar imensa (ou não)

Capítulos #03 e #04 – “Começa o exame Chuunin” & “Velho maldito”

Sinceramente, adoraria fazer uma análise bacana e detalhada de Boruto, mesmo não achando que ele seja um mangá necessário, em um todo. Mas, por algum motivo que só Deus sabe, o Kodachi (o roteirista) não sabe ser lacônico em seus roteiros e nem sabe como surpreender, positivamente quem está lendo o mangá. Antes que perguntem: sim, vou começar essa análise chutando o pau da barraca.
Para ser franco; quatro capítulos se passaram e tudo que vimos foi o filme do Boruto em mangá, com um roteiro que preza pouco em mudar o que foi visto no cinema. Entendo que, muitas vezes, se é pensado em quem não viu o filme, mas, geralmente, no Japão as pessoas costumam acompanhar tanto mangá quanto animê e, em caso de obras longas, ver os filmes que saem no cinema e o filme do Boruto foi escrito pelo Kishimoto, logo, por ser cânone, 99,9% dos fãs viram no cinema antes de ler esse mangá; só por isso não tem o menor sentido repetir o que está na animação. Dava muito bem para trabalhar de um modo diferente, focar melhor na graduação do Boruto até ele, efetivamente, virar um ninja; dava, até, para focar no desenvolvimento daquele sentimento de mágoa que nosso protagonista sente pelo pai e não deixar aquilo jogado, ficando regado a um mísero resumo no começo do mangá.
Mas enfim, resumindo toda opera do que ocorre nesses capítulos (e tentando contextualizar tudo com o que eu disse ali em cima): O capítulo 03 é onde começa o exame chuunin, indo até o final da segunda prova e no capítulo 04 temos a prova final que, como de praxe, é o torneio; durante a uma das lutas do Boruto, nosso ninja gari (que agora é Hokage) pressente que há algo estranho com a habilidade de seu filho e, quando vai averiguar, descobre estar correto e que seu filho está utilizando do equipamento tecnológico que permite utilizar vários jutsus (hackeeeeeeeer!). Após isso, temos mais uma página na qual os vilões do filme e dessa saga aparecem e notam que o Naruto possuí a Kyuubi. E é isso, simples e básico... apenas uma releitura do filme.
Voltando a outro ponto mencionado, não que a obra seja RUIM, não. Ela é bacana, mas você tem melhor aproveitamento dela se você NÃO VIU O FILME, se você, porventura, tiver assistido você broxa e não quer ler até mudar de arco. Faltou a ousadia de explorar o que o filme não mostra e estou apenas reforçando isso para que não pareça ódio gratuito. A obra começou bem, te mostrando um momento no futuro, e descambou para repetir algo já mostrado; se é para repetir o que já vimos que seja feito como no mangá de Dragon Ball Super, onde tudo é resumido e feito de um modo que não prejudique quem apenas lê o mangá e saiba aproveitar para fazer isso sem alongar demais o que não se precisa. Cabia ao roteirista junto com o Kishilouco (que supervisiona a obra) um bom senso maior para com seus leitores.
Fora isso, ainda temos a arte do Mikio, que aos poucos vai caminhando para uma possível melhoria e, ao meu ver, se ele conseguir chegar a emular o traço do Kishimoto nos tempos de volume 20, já é um lucro. Não que seja um traço horroroso, mas é estranho e não combina com o que ele quer passar (que é um traço semelhante ao do antigo autor). Logo, volto a frisar que é essencial ele achar seu estilo de desenho, e parar de tentar ser o que ele não é.
No mais, creio que não tenha muito o que se comentar do capítulo ou da condução dele, mas fica a expectativa para os próximos capítulos onde, enfim, veremos o final desse arco e começo de um novo.

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