terça-feira, 27 de setembro de 2016

Análise quinzenal: Saint Seiya – Episódio G Assassin #59 ao #61

O clímax contra o mais forte

Fala galera! Tudo beleza? Espero que sim, pois eu estou a pleno vapor (ou quase) e depois de demorar bastante, cá estou eu, novamente, para trazer a análise do mangá de Saint Seiya. Confesso, nesse caso, que a demora nem partiu tanto de mim e sim da demora que houve para sair os dois primeiros traduzidos, só o 61 que saiu no período certo e, quando isso ocorreu, eu estava atolado de coisas do trabalho.
Enfim, sem mais delongas, vamos aos capítulos que, após essa sequência devem ser normalizar para sair. Mas irei mantê-los informados sobre.

Capítulos #59, #60 e #61 – “Herança”, “O mais poderoso discípulo” & “Espada Afiada”

Vamos lá; três capítulos que, enfim fecham a luta do Shura contra o Chakra. E ainda deixa uma dúvida sobre o caminho que o Okada seguirá, pois, como todos, sabemos o spin-offs não são levados tão em conta assim em um contexto geral. Mas vamos para o que ocorreu nesses capítulos.
Temos, nesses três capítulos, dois pontos principais: o confronto e o passado do Shura. É nesses capítulos que descobrimos mais sobre o treinamento do cavaleiro de capricórnio e nos deparamos, novamente, com aquela regra já apresentada em Lost Canvas de “só pode existir um cavaleiro portador da armadura de ouro”; logo quando o mestre do Shura o treinou já sabia que no fim ou ele morreria, ou morreria o garoto. Não há exceções.
Durante esse momento flashback, temos mais alguns momentos do confronto Shura vs ChakraVitran, no qual o cavaleiro de Atena segue sendo massacrado pelo gladiador, que desdenha dele, dizendo que com seus braços quebrados nada mais resta ao cavaleiro, mas que este ainda poderia usar as pernas, pois o gladiador as quebraria também. Convém lembrar que o Shura estava sendo consumido, aos poucos, por seu lado berserk, que nada mais é do que o lado “renegado” dele (aquele Shura que usa Sapirus). Não sei se fiz menção disso em alguma das análises anteriores, mas o que ocorre é: a realidade onde ele e os outros cavaleiros de ouro clássicos estão é, em miúdos, uma realidade pós batalha contra Hades, onde eles já morreram. Devido a isso seus corpos não conseguem ficar muito por lá sem que ocorra um abalo no tempo e sem que eles não ouçam a morte chama-los.
Voltando para a sequência da história, voltamos para o flashback, onde temos Shura superando seu mestre. Quando ele faz isso, o mestre explica que agora ele precisa mata-lo, pois só assim será digno da armadura de ouro (eu falei mais ou menos isso no primeiro parágrafo, mas é preciso repetir por um motivo que vocês já entenderão). Nesse momento temos um Shura que reluta fazer isso e, aí que entra um ponto que abre margem, pois o mestre dele explica que já havia morrido antes, mas voltou para o mundo dos vivos com uma missão específica. Ele acreditava que essa missão era treinar o Shura e passar o legado para ele. Após isso Shura mata seu mestre e, após isso, temos a aparição do Saga (Com cabelo branco) dizendo que ambos possuem o mesmo propósito. E esse foi um ponto onde finalmente comemorei a rápida aparição do cavaleiro de gêmeos, ok que eu esperava uma aparição mais digna dele, mas ainda sim valeu a pena essa espera.
Após tudo isso, temos o momento derradeiro da luta, onde vemos o cavaleiro dourado quase sem forças ainda querendo ir além de seus limites. Diante de todos os espectadores e quando ele avança é atacado pelo gladiador e aí, novamente, vemos o mestre dele. Nisso se dá início um rápido sermão e é quando vemos que o mestre do Shura se parece muito com o Izo do Next Dimension. Depois das palavras do seu mestre, Shura dispara um excalibur eclipse e vence o gladiador mais forte.

E assim terminou esse arco, deixando uma dúvida imensa, pois se o mestre do Shura for mesmo o Izo, isso significará que as linhas do tempo entre as obras são ligadas e o episódio G, em sua totalidade, é canon, mas do contrário... vai ficar aquela impressão de ideia desperdiçada. Em todo caso, agora é esperarmos a próxima quinzena para ver o que nos aguarda. 
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