domingo, 11 de setembro de 2016

Análise semanal - Hinomaru Zumou #80

Não quero vê-lo derrotado

Fala galera marota! Depois de muito tempo sumido, eis que voltamos com aquela análise que é uma das minhas favoritas. Enfim voltamos, rapidamente, para análise do capítulo de Hinomaru Zumou.
Antes de irmos adiante, apenas explicando: o scanlator que traduz a obra para português não anda com tanto tempo para traduzir, logo vou me esforçar para trazer análises dos capítulos com base no Inglês, porém se sair em português antes de eu ter lido uma certa quantia, trarei antecipado (ficou uma maluquice foda, mas vocês entenderam).
Enfim, vamos ao capítulo!

Capítulo 80 – Não quero vê-lo derrotado

A priori vale menção que esse arco nem começou 100%, mas já demonstra bem para o que veio. Kawada, mais uma vez, provando que consegue criar um mangá que funciona bem e não precisa se arrastar para chegar ao ponto que ele deseja.
O capítulo começa com uma bela página colorida, que serve de divulgação para o volume 8; após isso voltamos a programação normal, dando seguimento ao confronto do Tenma contra o Hinomaru. E esse é um confronto que, apesar de curto, elucida com certa maestria a questão do Hinomaru ainda não ser páreo contra aqueles que estão mais acima como, por exemplo, o próprio Tenma. Essa á uma daquelas lutas que começa sem apresentar um desfecho e, com isso, nos dá uma margem gigantesca de possibilidades, tornando a narrativa mais fluída e divertida.
De um modo geral, é nesse começo de capítulo que percebemos o quão frágil é a nova técnica que o Hinomaru desenvolveu e como isso influencia seu espírito de luta. É algo que dá para levar além do mangá, pois a sensação de frustração é algo natural do ser humano, em especial quando seu planejamento ou fruto de árduo treino falha; mas isso é apenas um muro dentre tantos outros que ele já viu e teve que superar.
Depois do momento inicial temos algumas páginas dedicadas ao treinamento do pessoal na academia onde o Hinomaru treinou para o campeonato de Chiba, e lá é que vemos o quão aquele confronto não lhe fez bem, pois todos estavam focados em evoluir e ele estava distante, sem perspectiva de nada além do comum. Diante dessa situação, tudo que o dono da academia pôde fazer foi chamar o único sekitori da academia e pedir para que este levasse o Hinomaru para uma academia onde só há sekitoris e lá é onde ele iniciará seu novo treinamento para evoluir mais ainda; e assim é que o capítulo se encerra e isso me fez pensar que, provavelmente, o Kawada é uma das pessoas que mais fez a lição de casa para desenvolver seu mangá, pois a lição, em especial aqui se centra em ter um espírito forte para conseguir vencer todas as adversidades e muralhas que surgem em seu caminho.
Esse ponto, creio eu, é um dos maiores méritos da obra e, nesse capítulo, o autor nos dá uma prova disso com gostinho de quero mais, pois é divertido ver o quão o protagonista pode evoluir, assim como é gostoso ver a determinação de seus amigos para acompanha-lo rumo ao objetivo de vencerem as nacionais. Sendo bem honesto, fico ansioso para ler o que ocorrerá a seguir, mas terei que esperar um pouco (mentira, estou correndo para ler, mas enfim).

Em todo caso, por hora é isso, logo mais volto com (provavelmente) o primeiro pack de análises dessa excelente obra.
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