User-agent: Mediapartners-Google Disallow: User-agent: * Disallow: /search Allow: / Sitemap: https://projectdollarscast.blogspot.com/sitemap.xml Análise Semanal - Yakusoku no Neverland #04 - DollarsCast

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Análise Semanal - Yakusoku no Neverland #04

O trio se une

E enfim chegamos a mais uma semana, com mais uma análise desse mangá do barulho que eu, sinceramente, estou curtindo pacas. Enfim, como estão todos? Espero que bem, porque eu estou no pique para falar sobre o capítulo da semana de Yakusoku no Neverland.
Então, sem mais delongas, vamos ao capítulo que está bem legal.

Capítulo 4 – Ideal

Quero, antes de mais nada, começar falando que o amor é lindo. O amor é maravilhoso, e o amor consegue broxar boas ideias. Ponto. Esse capítulo tinha tudo para ser mais do que ele é, mas aí meteram o amor no meio e, por mais foda que esse sentimento seja, meio que deu margem para temermos o pior dos planos dessa garotada.
O capítulo dessa semana começa onde o anterior acabou; mostrando o Norman e a Emma entrando no deposito do orfanato atrás de algo que lhes ajudasse no plano de fuga, porém após muito procurar só acham uma toalha de mesa e vão elaborar seu plano no quintal. Nisso é quando a narrativa, enfim, dá um jeito de encaixar o Ray na história (o que já era esperado, uma vez que ele também é protagonista).
Sinceramente, eu curti o jeito que ele entrou na jogada, assim como curti as ideias mais centradas dele e dessa oposição que ele faz em tentar fugir todos juntos, até porque o cara é coerente: não dá para fugir com cerca de 40 órfãos a tira colo, é preciso centrar as prioridades e estimar o pior. Ele sabe ponderar bem isso e, indo além, mostra isso para a Emma com explicações plausíveis e sensatas, porém nossa protagonista feminina é teimosa e não arreda o pé de sua decisão. Mas não podemos condena-la (sim, estou sendo advogado do diabo aqui), pois ela viu uma das órfãs morta e se sente responsável pelo cuidado de todos, uma vez que é a mais velha, junto com o Norman e o Ray.
E bem, acho que o que mais me chamou atenção, fora entender como funciona o relógio da mama, foi o fato da obra ser bem à frente no tempo, pois até então eu poderia jurar que a obra se passava em idos do ano presente e não tanto tempo no futuro como é revelado no capítulo (não pretendo entrar nesse mérito aqui, se bateu a curiosidade corre para ler, porquê a chapa está esquentando). Sendo bem franco foi uma sacada bem executada, em especial quando temos uma noção que o Shirai quer fazer um suspense bem ambientado; logo fico com aquela sensação de que essa foi mais uma jogada bem-feita e válida, dentro do que foi pré-estabelecido no primeiro capítulo.
Um ponto negativo aqui fica por conta da arte do Posuka que, aparentemente, deu uma leve caída na qualidade. Não que esteja ruim, mas fico na dúvida se ele aguentará desenhar com arte bonita em um ritmo semanal com o mesmo cuidado que foi no primeiro capítulo (se bem que eu não acho a arte dele esse primor todo, mas enfim); fora a arte dele, tem o ponto do amor revelado desse capítulo, mas não creio que esse seja o problema ou calcanhar de aquiles da série, porém acho que não era necessário utilizar esse recurso nesse momento, poderia até utilizar mais para frente, mas aí é decisão da dupla (mais precisamente do roteirista) junto ao editor deles.
No mais, esse capítulo também serviu para nos mostrar o contraste dos três no quesito cabeça, pois temos sonhador, calculista e apaixonado nesse trio e quero ver até onde eles vão aprofundar esses personagens. A cada capítulo mais interessante a história vai ficando e vocês vão me acompanhando nessa análise.

Até a próxima semana galera e, novamente, fica a dica: não está lendo Yakusoku no Neverland? Corre e lê!
Postar um comentário