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sábado, 26 de novembro de 2016

Análise semanal - Yakusoku no Neverland #16

Nada como a boa e velha sensação de que vai dar merda.

Fala galerinha! Tio Ikari, dessa vez, tardou, mas não atrasou essa, que é, a análise preferida de todos. Sinceramente, estou feliz comigo mesmo por ter conseguido ajustar meu tempo.
Enfim, antes de prosseguir, apenas deixar aquele aviso bacana (caso você tenha fluência em japonês e importe mangás de lá, ou caso more na terra do sol nascente): o primeiro volume da série saíra no dia 2 do mês que vem (fogos ao fundo); logo a ansiedade apenas aumenta, pois agora é a hora de sabermos se o público realmente se cativou pela história. Mas como só saberemos disso daqui a uns 15 dias, nem vamos nos estender nisso e ir direto à análise. Se acomodem e vamos lá!

Capítulo #16 – "A sala secreta e o William Minerva"

Sinceramente, não sei como começar a falar desse capítulo; mais do que isso não sei como traduzir em palavras toda capacidade que o Shirai tem de surpreender, pois foi exatamente isso que, novamente, ele fez. Esse foi um capítulo para responder um pouco mais sobre o plano e nos dar margem para mais do que virá a seguir.
O capítulo começa com as crianças ainda no debate sobre o quarto secreto da casa. Durante esse debate abre-se várias possibilidades, até o Ray dizer que, muito provavelmente, é ali onde a mama entra em contato com os “monstros” e, daí, surgir a ideia do Don de invadir o local. Após isso, temos um momento dos protagonistas debatendo sobre como dar prosseguimento ao plano; nisso a Emma lembra que há livros que pertenciam a William Minerva e eles parecem ter um código escrito; e, para finalizar, temos o Don mostrando que possuí talento para afanar coisas dos outros, sugerindo para a Gilda invadirem o quarto oculto. Em resumo, é isso que ocorre nesse capítulo (sim, como todos sabem costumo fazer isso nas análises normais).
Agora vamos dissecar isso por partes...
Primeiramente, o capítulo começa, mesmo, com uma página colorida lindona... corrigido meu erro, vamos lá; eu sempre disse que, no caso de Yakusoku, o tempo dentro da line-up da Jump seria seu pior inimigo e seu melhor aliado, pois ele tem que provar uma história consistente e que cative seu leitor, mas sem ficar maçante quando o ritmo se alterar ou ficar nhé em seus dias mais tranquilos e, para quem está lendo, é exatamente a primeira opção que está nos sendo entregue. Shirai-sensei sabe criar um roteiro que prende muito a cada capítulo e nesse ele não faz nada diferente da sua receita costumeira.
A priori, temos os cinco descobrindo mais sobre o quarto oculto e, mesmo querendo muito, se contendo sobre a possibilidade de invadi-lo para obter mais respostas, porque eles sabem dos riscos que isso acarretaria, em especial por agora ter a Krone querendo, e muitos, pega-los agindo fora do esperado. Convém lembrar que ela já desconfia deles, logo qualquer movimento minimamente suspeito pode condena-los.
Em contrapartida, também sabendo dos riscos, o trio de protagonistas desejam aprender mais sobre o mundo lá fora utilizando, até mesmo, o risco calculado; subir o muro para olhar o mundo externo é, sim, encarado como um risco e pode custar caro, mas ainda sim é uma opção. Mas o ponto chave aqui é, a Emma ter notado a possível existência de uma mensagem codificada nos livros do William, em especial por ele ser uma pessoa que, até então, não faz parte do cotidiano dessa galera, sendo apenas alguém de um passado distante (convém a menção que os livros mais recentes, na história, são de 2015).
Além disso tudo ainda tivemos, como surpresa, a revelação que o Don possuí algumas habilidades. Sendo bem franco, confesso que a habilidade de mão leve não me impressionou muito não, mas o que ele fará com a chave me deixa curioso, pois ele pode seguir o plano dele, mas a probabilidade de dar ruim é bem grande, em especial por ter duas mamas de olho em todos, pois até que se prove o contrário pode ser qualquer um que foi para fora do orfanato no dia que a Conny foi “embora”.

No caso da chave, é mais válido esperar e ver o que essa dupla tem reservado para esse arco que segue a cada capítulo mais interessante e digno de toda popularidade que vem recebendo. Mas, como sempre friso, é importante que eles saibam seguir nessa simbiose de um modo que não se torne óbvio ou arrastado.
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