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sábado, 24 de dezembro de 2016

Análise mensal - Boruto #05 ao #08

O combo pré fim de filme

Fala galerinha; tudo beleza com vocês? Sinceramente, espero que sim, pois, depois de muito tempo sem postar nada sobre Boruto, eis que VOLTOU A ANÁLISE! Demorei um Quadrimestre, mas voltei p****!
Antes de prosseguir, quero explicar o porquê de tamanho atraso para fazer essa análise e fazer o prometido, que foi mês a mês: como todos devem lembrar, quando comecei a fazer as análises de Boruto eu tinha mais tempo para ler e escrever no dia, mesmo que eu esquecesse de algum ponto, porém comecei a ter período de correria na vida (trabalho, estágio e afins) e isso consumiu meu tempo a um ponto que eu, simplesmente, esquecia de ler o capítulo; somando isso ao fator que esse começo é baseado no filme, decidi deixar acumular para analisar em comparativo com a versão de adaptação e, no capítulo 8 foi o momento para voltar (até pela vida estar mais tranquila agora). Claro que a adaptação não acabou (explicarei na análise), mas já dá para tecer um texto decente.
Novamente, peço desculpas pela demora, tentarei não repetir esse erro. Enfim, agora vamos ao que interessa. Vamos falar do Boruto das massas.

Capítulos #05, #06, #07 & #08 – “Momoshiki e Kinshiki”, “Idiota”, “Confronto...! “ & “Você vai resolver isso”

Enfim chegamos ao clímax desse arco inicial. Mais precisamente, estamos a um capítulo, possivelmente, do final dele e, sinceramente, não houve tantas diferenças se compararmos com sua contraparte feita para cinemas.
Conforme disse nas análises anteriores, toda história desse arco inicial gira em torno do Boruto tendo que entender mais o lado do pai dele, enquanto se aceita como filho do Hokage de Konoha. Em resumo, bem resumido, é isso. Sem muitas firulas, com imprevistos básicos, mas ainda sim aquele começo bem padrão e genérico. Claro que, sim, há pontos positivos e, no decorrer dessa análise, os listarei, mas se você viu o filme do Boruto, sabe que a história avançou seguindo a cartilha do que ele mostra.
Mas indo para os capítulos: apesar de tudo muito semelhante, vale mencionar que esse exame Chuunin teve um dinamismo bem trabalhado no mangá, com as lutas da invasão sendo bem desenhadas e, até empolgantes, se levarmos em conta que eu já tinha noção do que viria. Outro ponto bacana é que, aqui, não houve espaço para termos muita firula e momento feels, o sequestro do Naruto e a missão de resgate ocorre de uma forma que passa certo senso de urgência (mesmo sabendo que o tempo transcorreu sem mudanças pesadas).
Claro que o ponto alto foi esse último capítulo, pois as lutas funcionam e possuem o ritmo necessário para que o leitor devore as 44 páginas do capítulo, mas essa acentuação de ritmo já começou no capítulo anterior a esse. O começo da luta já deixa claro, não apenas a mudança de ritmo para cenas de ação (coisa que para mim pecava muito) como uma certa melhoria nos traços. Ainda não está um primor, mas é um progresso, ao menos o desenhista desistiu de ficar dando ondulação nos cabelos.
Quanto ao roteiro, ainda permanecemos na mesma dos 4 capítulos anteriores, não tem muito o que avaliar, por ser tudo parecido com o apresentado no filme (o que tinha para se analisar, lá no capítulo 1, já comentei na primeira análise. Clica aqui e leia); porém espero, de coração, que haja uma evolução bacana na história quando a mesma terminar de adaptar o longa do Boruto, até pelo potencial que a série parece ter.

No mais, creio que vale a menção, ainda dentro do escopo da série, que teremos anime dessa nova geração aportando na televisão japonesa a partir de abril de 2017; de resto é apenas esperar o próximo capítulo para, então, termos a conclusão desse arco (e eu dando um parecer sobre esse começo em um todo).
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