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segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Análise semanal - Boku no Hero Academia #118 e #119

Se entendendo através dos punhos


Yo galera! E depois de quinze dias, cá estou a postos e, enfim, com a vida mais “tranquila”; agora dá para ajustar os pensamentos e fazer análises melhores (ou não).
Enfim, vamos a análise desses capítulos de Boku no Hero que, por sinal, estão bem interessantes e me pegaram de surpresa. Mas, sem mais enrolação, vamos à análise.

Capítulos #118 & #119 – “Uma luta sem sentido” & “Deku vs. Kacchan 2”

Enfim chegamos àquela luta que muitos aguardavam ansiosamente. Apesar de eu, no meu achismo, crer que ela deveria ser mais para frente, Kohei-sensei nos deu dois capítulos muito bem focados e pensados para o desenvolvimento desse embate entre os dois amigos e rivais.
Creio que muitas pessoas vão falar que isso segue o clichê básico, mas, antes de adentrar no próprio capítulo, quero deixar explícito que, do meu ponto de vista, ele soube explorar bem isso e, indo além, soube dar profundidade a uma relação de amizade/rivalidade que não víamos tão rivalizada assim; chego a admitir que, no começo, achava isso mais birra do Bakugou do que qualquer outra coisa. Isso, sem contar que, o autor conseguiu deixar bem transparente a frustração de nosso esquentadinho quanto ser superado por alguém que ele via como um zé ninguém.
Em contrapartida, temos um Midoriya que, geralmente, consegue expor sua admiração pelo Kacchan e transparece o quanto respeita o jovem como rival, porém aqui ele precisou, e muito, parar de fugir do confronto. Esse foi um momento claramente voltado para que ele parasse com o medo de lutar contra alguém que ele admirava; acredito que esse é o momento que nosso protagonista pode mostrar o quão valioso é o legado que o All Mighty deixou, pois ele é o herdeiro do símbolo da paz e, hora mais hora menos, ele precisará mostrar a que veio. Fora isso, é preciso que ele consiga ajudar seu amigo nesse momento em que ele se sente inferiorizado e frustrado, pois convém lembrar que ele se sente culpado pelo que aconteceu e isso, aos poucos, reflete em seu rendimento.
Não cheguei a comentar isso até então, talvez por desatenção, mas o Bakugou carrega o peso da culpa por ser capturado e isso ter levado o All Mighty ao seu extremo. Não que seja culpa dele, porque ninguém pede para ser sequestrado; porém foi devido a esse incidente que as coisas estão a zona atual. E isso pesa na consciência dele, em especial ao ver que aquele amigo, que ele via como um nada o superou e ainda herdou a chama do principal herói, agora aposentado.
No mais, esses capítulos deram um tom de um combate que, a cada momento mais deixa claro que, não é no clichê de “amigos saem na mão porquê fulano tem tendências más e o outro quer por juízo”, o buraco aqui é mais profundo e envolve questão como culpa, frustração e semelhantes. Não dá para você abandonar um amigo quando ele está perdido e sofrendo e, de certo modo, esse confronto evidência bem que apesar da admiração do Deku, o Kacchan não consegue se conformar com a ordem que tudo está ocorrendo e em ser superado.
Acho que, fora tudo isso, vale menção que alguém impediu o Aizawa de repreender os meninos e parar a briga deles. Quem é? Isso só saberemos mais para frente, mas eu, sinceramente, aposto no All Mighty, até por ele ter noção da rivalidade que ambos sentem um pelo outro. Mas isso só saberemos no próximo capítulo, daqui a quinze dias*.


*A issue desse capítulo é dupla (Issue 2 – 3); quando isso ocorre é porque na semana seguinte não teremos revista (resumidamente a explicação. E isso ocorre em períodos de feriados)
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