terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Editorial – Minha retrospectiva: Parte II (ou não)

Aquele texto maroto sobre o saldo de um ano e um planejamento para 2017 (!!!)

Certo, antes de mais nada, eu sei que atrasei o texto; mais do que isso, sei que deixei tudo parado por essa semana que passou e deixei esse editorial engavetado tempo demais no meu HD externo, porém não foi de propósito. Não foi algo planejado e nem algo feito por motivo de pura e simples preguiça. Foi algo que acabou atrasando e, no fim, pode ter sido melhor por uma série de fatores que, pretendo, discorrer ao longo do texto.
Mas, vamos lá. Vamos falar um pouco sobre coisas boas, coisas ruins e sobre o que estou tramando para esse ano, sem loucuras ou exageros demais... vamos apenas no meu ritmo, sem sintaxe (como já disseram que meus textos editoriais são) e do jeito que expresse melhor minha mente meio maluca.
Acredito que o ano passado foi, como já disse no texto passado, um ano que aprendi muito e me desenvolvi mais como pessoa, como escritor e como, possivelmente, líder. Também pudera, 23 anos e não ter crescido nada é pedir para morrer sendo um zé ninguém. Mas enfim, fora tudo que já disse no texto passado (foi coisa para cacete! Clica aqui e lê o texto lá porque ele está grande para um caralho e não vou repetir tudo aquilo não) cabe menção que terminei o ano no mesmo ritmo do final de 2015, ou seja terminei atolado de material novo para leitura e querendo ampliar mais ainda meus padrões. Ok, isso é mais uma daquelas paradas boring do Paulo Ikari, mais um daqueles momentos que ele começa a ler coisa que boa parte da galera (leia-se círculo de amizade) não leria e então tenta enfiar goela abaixo de todos. E não é bem assim que a banda toca, ao menos... não mais.
No geral, olhando em retrocesso, não sei se, lá em idos de 2012 – 2015, admito que quando indicava as coisas a esmo e a pessoa odiava, ficava na dúvida se era eu que tinha um gosto horrendo ou se a pessoa que era fresca demais; hoje em dia, depois de ligar o foda-se nessa dúvida, costumo fazer um rápido filtro antes de recomendar qualquer coisa (vide os posts do “eu recomendo”). Fora tudo isso, também atribuo muito do meu crescimento as novas oportunidades da vida, aos novos amigos que, em muitos momentos, me ajudaram a manter o foco e me deram boas dicas (alguns me indicando coisa para cacete e que está em stand by. Prometo ler/assistir tudo que já me indicaram).
Agora, focando nesse ponto de indicações, boas e más obras e tudo mais: devo confessar que nunca pensei, em nenhum momento da minha vida, que começaria 2017 tendo como meta de leituras obras que foram canceladas ou que são muito comentadas, porém com pouca visibilidade por aqui. Claro que, isso não é nenhum trabalho hercúleo, mas é gostoso de se fazer, pois você se depara com coisas excepcionais tanto no bom quanto no mal sentido.
E é esse tipo de “trabalho” que move meu animo com o Dollars. Mais do que isso, que me motiva a sentar na frente do PC e ver o cursor do word piscando até que as palavras venham e o texto surja. É engraçado que, há essa altura, eu comece a ficar sentimental e querer contar mais sobre mim, mas creio que, aqui também caiba isso, mas não vou falar do “Paulo Ikari blogueiro de anos que é líder do Dollars” e sim do meu lado que escreve, que elabora mil e uma coisa.
Admito, só para começar “surpreendendo”, que por vários momentos pensei em desistir do projeto (leia-se do Dollars) no ano passado. Por várias vezes, eu colocava minha cabeça no meu travesseiro e pensava “Não é melhor desistir de tudo? ”; não pergunte os porquês, não os direi. Apenas entenda que, mesmo com esse pensamento por várias vezes me rondando, eu acreditei no que esse projeto seria e pode ser, e não desisti. Hoje em dia, mesmo com a vida corrida, luto para trazer sempre textos bons; está certo que as vezes sumo, mas sempre estou lendo algo visando trazer um texto bacana para vocês, leitores; tal qual logo trarei bons temas para o podcast (que pretendo tira-lo da gaveta logo, sei que estou enrolando nisso, mas entendam... é difícil reunir a galera por inúmeros motivos).
Depois desse momento de admitir algo que nunca contei para ninguém, quero falar de um modo mais descontraído sobre algumas coisas... sobre esse ano. Porque em 2016 teve de tudo: portas que se fecham, coisas que terminam, recomeços, autoanálise, aprendizado, notícias chocantes, objetivos novos e, até, filosofia de vida nova. Logo, nada mais justo do que passar um panorama geral para meu guia pessoal para 2017 (sim, é meio nhé o título, maaaaaaas foi o que veio).
Primeiramente, quero deixar claro que, sim, irei dar ênfase ao Dollars em tudo. Tentarei postar mais e até criar textos mais diversos, até porque né... chega do arroz e feijão de sempre, tanto para vocês, quanto para mim; entretanto também irei tocar um ou dois projetos paralelos (SIM, estou divulgando isso aqui e VAI TER MEMBRO QUE VAI FICAR PUTINHO!). Um deles já está linkado aí em cima e acessem ele, pois lá será uma vibe bem diferente e divertida, algo mais pessoal e falando de outras coisas que gosto; até porque quero ampliar meu leque de assuntos que falo e de como escrevo (para o bem de vocês que me leem também).
Sim, só para agradar tive que incluir esse meme cretino! #Yokaizeiro 
Fora isso, nesse ano pretendo, viver um dia de cada vez, sem pressa demais, sem desespero. Até para manter a qualidade dos textos. Logo, não quero escrever algo mecânico demais, algo que pareça que estou preso a isso... fazendo como se fosse minha obrigação. Por isso, por favor, não fiquem bravos se algum texto demorar a sair, pois isso poderá ocorrer e em muitos casos é devido a correria no meu trabalho ou ao fato de eu ter voltado para faculdade (se há alguém que lê aqui e acessa o blog que não saiba, só frisando, atualmente trabalho como corretor de imóveis e pretendo voltar para faculdade ainda esse semestre), mas também poderá ser devido a essa questão de manter a qualidade, ou apresentar o melhor para vocês, porque acho justo dar o melhor para quem tem a paciência de ler tudo que escrevo.
Outro ponto de honra, para mim, é trazer mais conteúdo multimídia para vocês; isso é, tanto os podcast quanto até, possivelmente, vlogs. Não quero prometer nada concreto quanto a possibilidade de vlog, mas os podcasts voltarão logo mais e irei priorizar sempre um leque variado de assuntos. Antes de ser podcaster, sou ouvinte e sei o quanto assuntos mainstream ajudam a ampliar e o underground ajuda vocês, leitores e ouvintes, a conhecer novas obras, por isso sempre tentarei criar essa intercalação. E se o vlog sair, sempre focarei em... é, isso fica como segredo.

No mais, peço desculpas por ter demorado tanto para postar esse editorial. Admito que ele deveria ter saído quando voltei de viagem, mas eu estava sem ideias e depois disso me afundei nos mangás (ZingBox... uma benção e uma maldição), aí acabou saindo só agora que já tenho toda ideia desse texto e de outras coisas na mente. Creio que, ao final desse texto só posso expressão o meu muito obrigado aos amigos que me aturam (não vou nomear para não render treta, mas você que está lendo isso e me aturou ano passado sabe que é para você), aos leitores e ouvintes que tem a senhora paciência para esperar nosso retorno e ler essas bíblias que chamo de editoriais retrospectiva & aos membros da equipe, que vivem tentando me trollar (até o momento que eu falo algo que deixa metade deles putos). Que nesse ano, todos nós tenhamos o melhor, pois em boas mãos esse legado está. 
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