sábado, 8 de abril de 2017

Análise mensal - Yu☆Gi☆Oh! Arc – V #20



Quando seu vício faz você iniciar uma análise no meio de um duelo. Nesse caso você sempre abrace essa ideia de louco e vá até o final!
Fala galera! Eis que prometi aparecer durante a semana. Organizar as análises e acabei atrasando tudo por pura falta de cronograma que preste. Sinto muito por isso, mas como compensação, logo de cara, estou trazendo a nova análise mensal do blog.
Sim, antes de qualquer questionamento, ela será, efetivamente, mensal e, muito provavelmente, teremos muitas análises nas quais mencionarei o quanto a diferença de plot torna o mangá mais bem feito em muitos momentos. Enfim, sem mais delongas, venham comigo para falarmos sobre esse capítulo do mangá de Arc – V (apenas informando: sim, vou explicar tudo, mas isso é quando entrarmos no mangá).

Escala #20 – Seu oponente sou eu!


Bem antes de, efetivamente, comentar o capítulo vamos as informações que importam: o mangá de Yu-gi-oh! Arc-v (ou Arc 5/Arc five) começou a ser serializado na V-Jump em agosto de 2015 e, atualmente, conta com dois volumes. Naoto Miyoshi assina o roteiro e a arte desse mangá que não lembra o animê em quase nada; sendo as únicas semelhanças o fato do protagonista possuir 4 “partes” e o fator viagem de mundo, mas nesse segundo ponto temos o detalhe que, até o presente momento, ficou claro que a viagem no mangá é temporal e não dimensional.
Caso você não saiba O QUE É Yu-gi-oh! Arc-V (se você morar na lua), a explicação que posso dar é: Essa é a 5ª série da franquia criada por Kazuki Takahashi; tendo estreado em abril de 2014. A Série tem um total de 148 episódios, tendo encontrado seu término em março de 2017 (mês passado).
Como eu disse nos tópicos acima, essas informações são as básicas para vocês entenderem e se situarem na série (logo trago matérias sobre cada saga da franquia); caso ainda soe confuso, vou deixar o “anteriormente” que o pessoal do Scanlator fez; enfim... vamos aos comentários do capítulo.


Primeiramente quero deixar aqui minha empolgação, pois eu simplesmente amo os “Ridings Duels”, em especial os apresentados no mangá. Foram poucos, mas dá para sentir a adrenalina e, sem contar que, os duelos do Yugo são dinâmicos (na realidade, duelos envolvendo motos com Synchro Summons são excelentes. Recomendo o 5D’s para quem deseja entender da modalidade); porém a surpresa desse duelo, para mim, fica por conta da contraparte esquentadinha fazendo Pendulum Summon.
Miyoshi-sensei deve ter ganhado uma puta carta branca para isso, assim como para todas as liberdades que ele vem tomando desde o primeiro capítulo; porque eu não esperava, nem em meus sonhos que tivéssemos uma invocação pendulum por outro personagem que não o Yuya e o Reiji. E antes que alguém diga: “Ah, mas os 4 Yu’s dividem o mesmo corpo”; devo informar que, até então, está claro que ambos duelam com decks diferentes. Isso é bem comprovado quando o Yuri duela com o Sora no capítulo #10 (posso estar enganado de capítulo, mas creio que não), logo ver que o Deck do Yugo possuí algo além de monstros normais e turner monsters já me animou mais.
Fora isso, também quero deixar aquela dúvida, pois qual o plano dos vilões afinal de contas? Porque eles já possuem o G.O.D e a pessoa que possuí o fator Eve, mas por que eles querem os dois principais rivais? Mais precisamente, porque eles querem que eles despertem o fator Adam? É algo que, para mim, ainda é muito confuso. Até porque, o fator Adam desperto implica no Yuya perder os outros Yu’s (Sim, eu gosto do quarteto Yu) e isso é algo já deixado bem claro, assim como também já está evidente o despertar de tal fator no Yuya. Agora é saber quando ocorrerá.


Outro ponto é a curiosidade em saber o que o Yu principal viu quando olhou no precipício da mente que ele compartilha com os outros, em especial porque aquilo o chocou muito. Será que tem a ver com as memórias que o Yugo destruiu? É outra coisa que só saberemos no próximo capítulo.
Além disso tudo, fica aquela dúvida de qual será o próximo passo do Reiji, pois ele já percebeu que eles possuem um inimigo em comum. Mais precisamente, eles possuem alguém que deseja ver ambos destruídos para “corrigir” as coisas (não lembro onde, exatamente, eu li isso; entretanto o vilão me lembra o Paradox do filme de 10 anos de Yu-gi-oh!. Até a máscara e a moto são meio parecidas).
No mais, creio que o capítulo fluiu bem para iniciar um duelo como esse. Ele serviu para despertar a empolgação e, futuramente, servirá para encerrar essa rixa entre o Yugo e o Ren. Agora é, como eu disse lá em cima, esperar o capítulo #21 para ver o que o autor fará com esse duelo e o que ele resolverá sobre a descoberta do Yuya.

Observações:


Sei que ficou um texto meio confuso para quem não acompanha. Por isso, na próxima análise (ou nas próximas semanas, vai depender do meu tempo) farei um apanhado com os termos, explicações e tudo mais sobre o jogo e sobre esse arco no mangá. Não será uma bibliografia (na realidade, quando você juntar todas as análises e review, podemos chegar perto), mas será algo para deixar vocês leitores, mais situados. Até porque é complicado ler algo com o qual não se está familiarizado; por isso deixarei esses textos de prontidão.
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