segunda-feira, 8 de maio de 2017

Editorial - Into the VRains



Aproveitando a estreia da nova temporada de Yu-Gi-Oh!; eu irei comentar um pouco mais sobre realidade virtual, tecnologias e coisas randômicas nesse editorial que será nosso norteio por essa semana.

Primeiramente, não. Eu não sou puta paga, estou apenas utilizando essa expressão no título porque curti e, de algum modo acho que cabe na ideia que fui concebendo, não apenas para o editorial em si, como para todo conceito que será abordado por aqui nessa semana. Pois ela abrange todo conceito de realidade virtual (isso ao meu ver), tal qual abrange toda ideia de expansão que temos na tecnologia.
Não que sejam mudanças revolucionárias, Pearl Jam já previa isso lá em 1996. Indo até mais atrás, Star Trek teve algumas previsões de tecnologias futuristas, mas fora esses exemplos da cultura Nerd, em nosso conluio dos animês e mangás tivemos Sword Art Online prevendo o que hoje temos por óculos de realidade virtual, ou até mesmo uma ideia de futuro extremamente tecnológico em Ghost in the Shell. Agora é a vez de Yu-gi-oh! nos dar sua visão de futuro tecnológico no mundo dos cards. Claro que não será algo “MEU DEUS QUE REVOLUÇÃO”, mas ainda assim será algo que tem uma conexão com tudo que já nos foi apresentado até agora, em especial se lembrarmos que o animê da Duel Monster já flertou – e muito – com esse conceito no Arco do Noa (que é FILLER).
Mas em todo caso, meu intuito aqui não é panfletar sobre o VRains (que se lê Brains), mas sim começar a abrir o tópico sobre realidade virtual, inteligência artificial (ou A.I) e semelhantes, pois, como dito no começo, não é apenas Yu-Gi-Oh! que flerta com isso, temos várias obras que também trabalham os conceitos supracitados e que merecem nossa atenção devida. São produtos de qualidade (alguns duvidosos, maaaaaaaas ok) e que, em vários casos se aprofundam no tema de maneira mais interessante (ao contrário de mim que fico aumentando texto falando várias sandices).
Claro que, não vou introduzir o tema de qualquer jeito e, simplesmente, deixar largado toda apresentação as traças. Essa é uma semana que, conforme já dito, irei trabalhar mais para falar sobre coisas assim, então quer seja reviews, cantinho do Ikari e até outros especiais, pretendo comentar melhor sobre essa questão, pois mesmo que não aparente – tanto – essa é uma realidade que tanto os animês quanto a cultura nerd nos trouxe como possibilidades, e elas vem se tornando cada dia mais reais. Antes era impensável meios de comunicações como os que temos atualmente, assim como já foi algo impensado conseguirmos simular realidade por computador. Mas hoje, ambos casos são coisas atuais e que empolgam aqueles que conseguem ter acesso.

Por isso, peço que acompanhem os posts dessa semana com empolgação, pois me esforçarei para trazer conteúdo relevante e que agregue mais ao assunto. Sei que não sou nenhum expert no assunto, mas farei meu melhor. Até porque, confesso que me sinto como alguém que falhou na vida por não ter lançado um podcast sobre GiTS (Ghost in The Shell) no Dollars 1.0 e, com fé, hei de corrigir esse desvio de caráter; mas por hora, vamos fazer essa semana ser uma introdução ao virtual e real.
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